Abraço faz bem a saúde

24 de janeiro de 2015 at 20:25

Você sabia que receber um ABRAÇO forte, quente e apertado do parceiro pode não só ser o indício de “algo mais” como também fazer muito BEM À SAÚDE?

psiquiatria curitiba abraço2

Foi o que divulgou uma pesquisa realizada pela Universidade Médica de Viena, na Áustria. Abraçar ajuda a reduzir as SENSAÇÕES DE ESTRESSE, MEDO E ANSIEDADE, além de melhorar o desempenho da memória. Isso acontece graças à liberação de uma substância chamada OCITOCINA, conhecida popularmente como “hormônio do amor”. No entanto, esse efeito positivo só acontece quando abraçamos alguém que gostamos muito, diz o estudo.

Pesquisadores afirmam que O CONTATO QUANDO FEITO COM ESTRANHOS PODE TER EFEITO OPOSTO. O neurofisiologista JÜRGEN SANDKÜHLER, Chefe do Centro de Pesquisas do Cérebro da universidade, acredita que o contato aumenta o nível de ocitocina, também associada ao vínculo social. Um volume ainda maior da substância teria sido encontrado em outras relações afetivas como entre a mãe e filho, por exemplo.

psquiatria curitiba abraço

“O efeito positivo só ocorre se as pessoas CONFIAM UMAS NAS OUTRAS, se os sentimentos associados estão presentes mutuamente e se os sinais correspondentes são enviados para fora da pessoa”, diz Sandkühler. “Se as pessoas não se conhecem, ou se o abraço não é desejado por ambas as partes, seus efeitos são perdidos”, ele acrescenta. E ainda segundo a pesquisa, isso acontece porque o hormônio não é liberado.

ABRAÇO GRÁTIS
Sobre o resultado do estudo, o neurofisiologista também diz que a campanha “FREE HUGS” (“Abraço Grátis”) – aquela em que pessoas estranhas distribuem abraços por meio de um anúncio feito em cartazes – só teria efeito benéfico “se de alguma forma os envolvidos se conhecessem”. Fora isso, a publicidade não passaria apenas de uma grande diversão.

daquidali.com.br/

Stress do trabalhador brasileiro está no ranking mundial

24 de janeiro de 2015 at 19:45

Você sente aquele frio na barriga várias vezes por dia? Sente dor de cabeça? Se sente irritado? Não tem vontade de levantar para ir trabalhar? E chega esgotado em casa?

Brasil lidera ranking de stress

Brasil lidera ranking de stress

Bom, esses são alguns dos sintomas do Stress excessivo que muitos profissionais brasileiros sentem diariamente, os motivos são vários como pressão por resultados, entrega de projetos em prazos curtos, metas altas, longas jornadas de trabalho, reuniões intermináveis, problemas com chefe, falta de reconhecimento, falta de crescimento, cenário econômico adverso, a lista de motivos que podem deixar um profissional sob stress é grande e afeta cada pessoa de forma diferente.

Se você sente esses sintomas não fique assustado, pois uma pesquisa indicou que o brasileiro é o profissional mais estressado do mundo! Um dos motivos levantados pela pesquisa como principal causa é o excesso da carga de trabalho, que traz fadiga mental, mudança de humor, alteração de peso e noites mal dormidas.

A pesquisa foi feita em 13 países com diretores de grandes empresas, que indicaram que 42% dos funcionários sofrem de estresse e ansiedade, contra 11% da média mundial.

O Stress piora a qualidade de vida e prejudica a vida das pessoas...

O Stress piora a qualidade de vida e prejudica a vida das pessoas…

A Ansiedade associada ao Stress é uma das doenças mais preocupantes da vida moderna e atinge milhões de pessoas, o que muitos não sabem é que o stress causa vários problemas para a saúde das pessoas e esta ligado á varias doenças, como doenças cardíacas, por exemplo. Outro problema do stress é que ao longo do tempo ele prejudica o sistema imunológico e o paciente passa a ficar muito mais suscetível a doenças como: gripes, alergias, resfriados, entre outras.

Nem sempre temos tempo de parar tudo e respirar num ambiente onde o stress é frequente

Nem sempre temos tempo de parar tudo e respirar num ambiente onde o stress é frequente

Tratamento

Existem diversos tratamentos para prevenir ou reduzir o stress:

Boa alimentação

  • Atividades físicas
  • Férias
  • Hobby
  • Laser
  • Yoga
  • Massagem
  • Sexo
  • Terapia
  • Medicação

Quando o stress atinge uma fase critica talvez seja necessário utilizar medicação que poderá reduzir os sintomas e ajudar o paciente a aprender a lidar com o stress. Os medicamentos modernos são muito eficientes e tem poucos efeitos colaterais, auxiliando muito a qualidade de vida das pessoas e preparando para lidar com a situação que esta vivendo no momento.

Nem sempre é possível viajar ou tirar férias numa fase critica do stress é ai onde muitas pessoas sofrem, pois não conseguem sair do turbilhão que estão vivendo, essa fase pode durar meses e por isso o tratamento com medicação pode ser uma alternativa viável. O paciente não deve pensar que pena que tenho que tomar medicamento, mas sim, que bom que tem uma medicação que pode me ajudar.

O tratamento é eficiente porque ao reduzir a ansiedade do paciente, o mesmo consegue ter mais tempo para pensar na situação, dormir melhor e sentir menos ansiedade, evitando que chegue a síndrome do pânico, quando a ansiedade é tão forte que desencadeia determinada fobia. Por isso é importante procurar ajuda antes do quadro ficar muito critico.

Com o tempo é possível aprender a lidar com o Stress e ter mais qualidade de vida.

Escrito por Humberto Mingoranze

Celular e tablet prejudicam mais o sono do que televisão

11 de janeiro de 2015 at 23:40

Novo estudo mostra que crianças que têm acesso a essas tecnologias antes de pegar no sono dormem menos e pior

Ter acesso à televisão, celular e tablet antes de dormir prejudica o sono de crianças. No entanto, segundo um novo estudo americano, o celular e o tablet fazem com que elas durmam menos – e pior – em comparação com a TV.

psiquiatria curitiba sono tablet

A pesquisa, feita na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, mostrou que crianças que têm acesso a smartphones e tablets antes de pegar no sono dormem, em média, 21 minutos a menos do que aquelas que não usam essa tecnologia à noite. Elas também relatam sentir-se mais prejudicadas pela privação do sono.

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Os jovens que vêem TV quando já estão deitados, em comparação com aqueles que não têm o aparelho no quarto, dormem 18 minutos a menos. O estudo também mostrou que quanto mais tempo a criança passa em frente a alguma tela, pior será a qualidade de seu sono.

 

Para chegar a essas conclusões, os especialistas se basearam nos dados de um levantamento nacional sobre obesidade infantil feito entre 2012 e 2013. Ao todo, foram analisados 2 048 estudantes de 10 a 14 anos. A nova pesquisa foi publicada nesta segunda-feira na revista médica Pediatrics.

Leitura — Recentemente, um estudo da Universidade Harvard indicou que, para dormir bem, é melhor que a criança leia um livro impresso do que um e-book no tablet. Ao compararem essas duas formas de leitura, os pesquisadores concluíram que os jovens que liam em uma tela iluminada antes de dormir demoram, em média, 10 minutos a mais para pegar no sono e têm 10 minutos a menos de sono REM (movimento rápido dos olhos, sigla em inglês), fase do sono em que ocorrem os sonhos e que tem importância para a saúde psicológica.

Em vez de castigar, pais devem conversar para evitar que filhos mintam

11 de janeiro de 2015 at 23:36

Em vez de castigar, pais devem conversar para evitar que filhos mintam

Pesquisa revela que crianças são menos propensas a falar a verdade quando havia medo de sofrer conseqüências

psiquiatria curitiba criança mente

Rio – A Ciência revelou que a tática usada com o personagem Pinóquio é falha. No lugar da punição, com o crescimento do nariz a cada mentira contada, o melhor seria uma conversa, mostrando a importância da honestidade. Este é o resultado de pesquisa canadense com 372 crianças entre 4 e 8 anos. Os pequenos foram menos propensos a falar a verdade quando havia medo de sofrer consequências.

Pesquisadores da Universidade McGill, no Canadá, colocaram as crianças sozinhas em uma sala, além de uma mesa com um brinquedo atrás delas e um pedido: não ver o objeto. Uma câmera escondida filmou o local. Segundo o estudo, 251 (67,5%) participantes espiaram o brinquedo. Desses, 167 (66,5%) mentiram a respeito do ato.

De acordo com os cientistas, as crianças eram mais inclinadas a negar o ato proibido quando tinham medo de ser punidas. Por outro lado, os voluntários recorreram à verdade quando acreditavam que isso é o certo; faria com que eles se sentissem bem e agradava os adultos. Pesquisadores apontam que, quanto mais velha a criança, maior a inclinação a contar mentiras e a sustentá-las.

Father and Son Conversation

De acordo com Angela Soligo, psicóloga e professora da Faculdade de Educação da Unicamp, ameaças e castigos não funcionam por não formarem nas crianças o conceito de certo e errado. Ela cita ainda que, com o gesto equivocado dos responsáveis, a tendência é o pequeno mentir ainda mais para fugir das punições.

“Ameaças só produzem mais medo nas crianças, e o medo não é um bom educador. É importante que elas saibam por que não podem mentir e quais as consequências disso”, explica. E quando o pequeno for ‘pego na mentira’, a recomendação é, com calma, conversar para ver o que motivou o gesto. Outra regra valiosa, diz Angela, é o exemplo dos responsáveis. E isso inclui aquela clássica mentirinha “Fala que eu não estou”, usada para fugir das ligações indesejadas. “Exemplo é fundamental. Às vezes os pais ensinam a não mentir, mas mentem”.

Diálogo é a base do relacionamento da dona de casa Joana Carla Lopes Maia, 41 anos, com o filho João Lopes Borges, 7. Joana e o marido mostram para o pequeno que mentira “é do mal” e traz consequências, como perda de confiança. “João tenta não mentir. Há momentos em que percebemos que ele omite algumas coisas, mas depois se arrepende e fala”, cita.

Carlos Guilherme Figueiredo, psiquiatra da Associação Brasileira de Psiquiatria, lembra que há diferença entre mentira e fantasia, mas, para pais atentos e participativos, não é difícil distinguir uma da outra. O hábito de contar histórias imaginárias começa aos 2 anos e pode ir até os 7, segundo o psiquiatra. “Para saber se é mentira ou fantasia, o pai deve analisar o contexto em que a criança conta a história”.

 

 

Pesquisa indica que 13% dos alunos tem algum tipo de transtorno psiquiátrico

11 de janeiro de 2015 at 23:33

 Uma pesquisa realizada com cerca de 1.700 alunos de escolas públicas, com idades entre 6 a 16 anos, de quatro regiões brasileiras, mostra que a prevalência de transtornos psiquiátricos entre esses escolares é estimada em 13%.

 

Os dados estão descritos no Estudo Epidemiológico sobre a Saúde Mental do Escolar Brasileiro, realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento para Infância e Adolescência (INPD), coordenado pelo professor Eurípedes Constantino Miguel, do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) e teve como pesquisadores principais o psiquiatra Jair de Jesus Mari, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e a psicóloga Cristiane Silvestre de Paula (também professora da Universidade Mackenzie).

 

Os resultados apontam para a necessidade de uma reformulação de políticas públicas no setor, com ênfase na prevenção e na identificação precoce dos transtornos, no combate ao estigma, e na garantia de assistência de qualidade a estes jovens, permitindo que possam atingir um desenvolvimento físico e emocional compatível com suas potencialidades. Além de mostrar a importância do papel do psicólogo na tarefa de identificar, orientar e contribuir para o tratamento destas crianças.

 

Entre os estudantes com transtornos psiquiátricos, apenas 19,3% receberam alguma forma de tratamento no último ano, sendo que a maior parte das consultas foi oferecida por psicólogos (85%). Conforme a pesquisadora Cristiane Silvestre de Paula, que analisou os dados durante seu pós-doutorado na Fiocruz, o número é baixo considerando que essas crianças e adolescentes já têm um transtorno psiquiátrico estabelecido e que, portanto, 100% deveriam estar recebendo assistência. Diversas barreiras têm sido relatadas para que isso ocorra, sendo uma das mais importantes a falta de unidades de saúde, além do estigma e do desconhecimento, considera.

 

Transtornos disruptivos (Transtorno Desafiador e de Oposição, Transtorno de Conduta, e Transtorno de Hiperatividade e Déficit de Atenção TDAH) foram encontrados em 5,8% dos pesquisados, sendo 13% dos alunos têm transtorno psiquiátrico

Dados estão descritos no Estudo Epidemiológico sobre a Saúde Mental do Escolar Brasileiro4,5% TDAH.

 

 

 

O pesquisador Jair Mari destaca que o País conta com cerca de 500 psiquiatras da Infância e da Adolescência para lidar com um contingente de, pelo menos, 40 milhões de crianças e adolescentes. Ele considera que o número é muito baixo, o que chama atenção para o desafio de se formar recursos humanos para atender a expressiva demanda sem acesso a um tratamento adequado.

 

Segundo o professor Eurípedes Constantino Miguel, entre os fatores associados aos transtornos mentais detectados está a baixa capacidade cognitiva (baixo quociente intelectual – QI). Conforme ele, acredita-se que isso pode ser um fator de risco para o desenvolvimento de transtornos mentais. Um desdobramento da pesquisa é desenvolver programas de intervenção na primeira infância.

 

Vários estudos mostram que intervenções deste tipo em jovens grávidas, adolescentes e pobres têm impacto positivo no desenvolvimento cognitivo dos seus filhos [maior QI], levando a menos doenças físicas e mentais no adulto. Este tipo de programa está associado a um melhor desempenho escolar, maior renda e menor índice de criminalidade e problemas legais nestas crianças quando se tornam adultas, destaca o professor.

 

Os pesquisadores atuaram nas cidades de Caeté (Minas Gerais); Goianira (Goiás); Itaitinga (Ceará); e Rio Preto da Eva (Amazonas). Cada cidade teve cerca de 450 estudantes entrevistados. Inicialmente, o projeto foi apresentado às Secretarias de Educação e Saúde das cidades escolhidas e sorteio das escolas participantes. Psicólogos foram treinados para entrevistar as famílias. A coleta de dados foi finalizada em dezembro de 2012. (com Agência USP de Notícias)

Hipnose altera a atividade do cérebro para tratar ansiedade, fobias e até obesidade

17 de dezembro de 2014 at 23:14

Técnica com uma longa história, a hipnose alcançou popularidade e maior status terapêutico no século 19, sendo fundamental para que Sigmund Freud elaborasse sua teoria sobre o inconsciente. Uma série de usos sensacionalistas — incluindo shows com o objetivo de entreter a plateia — contribuíram para que o método passasse a ser visto por alguns como uma forma de terapia ultrapassada. A hipnose para fins de tratamento, no entanto, está viva. Ainda é vastamente usada para auxiliar no enfrentamento de problemas, como dor crônica, fobias, dependência química e obesidade. E ganha cada vez mais força à medida que novos estudos conseguem mostrar como ela atua sobre o cérebro.

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Essas pesquisas, além de fornecerem evidências da eficácia da técnica, têm ajudado a desfazer muitas ideias equivocadas, como a de que alguém hipnotizado entra em um estado semelhante ao sono. O psiquiatra David Spiegel, um dos especialistas mais empenhados no estudo do tema, explica que os pacientes, de fato, entram em uma espécie de transe. Mas, longe de ficarem adormecidos, eles atingem um estado de alta concentração. “É como se a pessoa estivesse muito focada em um filme ou livro e se esquecesse de tudo que está ao redor”, explica Spiegel, diretor do Centro de Medicina Integrada da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Sugestão

Por isso, a técnica pode ser utilizada como uma ferramenta para impulsionar o desempenho em atividades como o esporte. O especialista conta que um de seus alunos, integrante do time de futebol da universidade onde trabalha, descreveu ter melhores resultados quando conseguia deixar a mente livre de pressões externas e focar apenas na bola e no adversário. “Esse é um ato formidável de concentração, considerando que o jovem está no campo com outros 20 jogares muito fortes”, observa o professor.

Diferentes análises já comprovaram que a hipnose não se parece nada com o sono. Uma revisão de 41 estudos realizada por uma equipe da Universidade de Liege, na Bélgica, constatou que a maior parte dos pacientes descreve um estado alterado de consciência com maior grau de absorção de informações específicas. Nesses momentos, o fluxo sanguíneo cerebral aumenta em 16%, principalmente nas regiões occipital e temporal, responsáveis pelo processamento visual e auditivo.

 

Esqueça as cenas em que o terapeuta balança um relógio de bolso na frente da pessoa. Os especialistas, hoje, utilizam técnicas de relaxamento que levam gradualmente ao estado hipnótico, que torna o paciente mais focado no que ouve e mais suscetível a vivenciar as imagens e situações que lhe são sugeridas.

O psiquiatra Leonard Verea, especialista em medicina psicossomática e hipnose clínica, explica que o terapeuta apenas ajuda o paciente a entrar nesse estado alterado de consciência. “É auto-hipnótico, na realidade. Mais do que o especialista atuando, é o paciente que se deixa hipnotizar”, explica o médico italiano radicado no Brasil. Segundo ele, é possível usar a hipnose para tratar todas as situações de origem emocional, como ansiedade, medo, insegurança, fobias, dificuldade de lidar com situações desconhecidas e somatizações — gastrite, úlcera, taquicardia e pressão alta, por exemplo.

Obesidade-infantil

Um exemplo de tratamento é o realizado pelo psicólogo clínico Benomy Silberfarb, que ajuda pessoas a perderem peso depois de as fazerem vivenciar, apenas com a sugestão hipnótica — uma cirurgia de redução do estômago. Ele conta que, logo na primeira sessão, verifica se o paciente é aberto à hipnose e, depois, simula a experiência de estar em uma sala de cirurgia, incluindo o som da enfermaria e dos respiradores, reproduzidos por um software. “A palavra-chave é acreditar. A pessoa fica consciente, mas não reage, apenas interage”, diz.

Sem mágica
Silberfarb garante que, ao longo das semanas seguintes, o paciente começa a eliminar alguns quilos, o que o ajuda a se empolgar com a nova terapia. Ele ensina também a pessoa a praticar a auto-hipnose fora do consultório. O psicólogo ressalta, porém, que há a chance de a pessoa voltar a engordar caso não trabalhe as razões que a levaram a ganhar peso em excesso. “Isso acontece porque o problema que o levou a comer não é resolvido só com a hipnose. Essa pessoa precisa procurar uma solução real. Eu utilizo a técnica como uma ferramenta da terapia cognivo-comportamental, que procura tratar o que realmente está acontecendo no interior desse paciente”, afirma.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/

Dicas para sua saúde emocional nas festas de fim de ano

16 de dezembro de 2014 at 1:28

Dezembro é o mês mais esperado por muitos devido às festas de final de ano, viagens, férias, décimo terceiro, família, presentes entre outras coisas. É comum nessa época vermos propagandas e fotos nas redes sociais, onde o amor e o espírito de felicidade predominam entre familiares e amigos o tempo todo. Porém na vida real nem sempre é assim. Ao mesmo tempo em que essas festas de final de ano trazem sentimentos bons, também podem trazer confusões sentimentais em nossa vida.

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“Diversos fatores originados de ordem inconsciente contribuem para isso, entre eles a falta de controle ou conhecimento próprio que impulsionam sentimentos como desolação, solidão, depressão, angustia no período natalino, ansiedade, transtornos de humor e muito estresse. Em ambas as situações esses sentimentos são acompanhados de receio, desconforto e descontentamento nas datas comemorativas.”, explica o psicólogo e escritor Alexandre Bez.

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Curiosamente a globalização, assim como o mundo virtual e tudo que gravita em volta dele são associações mentais que colaboram ainda mais com esses sentimentos, devido às redes sociais, pois interferem negativamente na realidade de muitos.

“No natal as pessoas se sentem mais sozinhas, pois muitas vezes percebem que não possuem tantos amigos. Já no ano novo sentem carência de perspectiva, com medo do novo ciclo que se inicia. É uma sensação de pânico que pode se instalar no aparelho mental do indivíduo.”

Nessas situações, o melhor a fazer é não se espelhar no mundo virtual, nem tudo é como parece. Tanta tecnologia ajuda, mas também atrapalha e afasta as pessoas, devemos ter em mente que o contato real é o que vale ao invés de espelhar-se em um mundo virtual inexistente.

psiquiatria curitiba fim de ano

Veja outras dicas que podem ajudar nesse tipo de situação:

1) No natal o auge dos sintomas da depressão podem ser veemente minimizados através de um reagrupamento familiar, pois o conforto adquirido junto aos seus é imensurável. Portanto nessa época vale manter as relações familiares balanceadas.

2) Interaja com seus sentimentos. Se aquela pessoa que você amava se foi (no caso de um parente, amigo, namorado (a)), tente se lembrar dos momentos alegres que tiveram.

3) Se não tiver família compartilhe os momentos com os amigos ou seja voluntário em alguma instituição.Qualquer medida é mais importante do que o isolamento e a solidão.

4) Para o ano novo, mantenha a realidade em dia. Não sonhe com o impossível, isso só aumenta a ansiedade e o stress.

5) Use ambas as datas para a promoção positiva de sua mudança.

6) Não compactue com conjecturas. Isso a (o) deixará (o) mais aliviado no ano novo, afastando-a (o) de confusões e desorientações, possibilitando criação de metas. Foque nelas e estabeleça esse objetivo.

7) Obedeça o seu orçamento e realize suas atividades pessoais de acordo com o mesmo impedindo o aumento ou estabelecimento da frustração.

8) Um bom inicio de ano se dá quando você começa a cortar tudo aquilo que te faz mal.

9) Aprender a falar não também de constitui num exemplar inicio.

Irritabilidade e falta de ar podem ser sinais de transtorno de ansiedade

16 de dezembro de 2014 at 1:22

Diante de situações que podem provocar dúvida, medo ou expectativa é ansiedade é uma reação normal dos seres humanos.

O problema acontece quando a ansiedade se torna um problema grave de saúde: a TAG (transtorno da ansiedade generalizada). De acordo com a psiquiatra do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco Renata Bataglin, a “ansiedade patológica” acontece quando o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos, causa muito sofrimento e interfere no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes. Segundo ela, neste caso, é necessário que a pessoa procure ajuda médica, uma vez que sua qualidade de vida fica prejudicada

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O TAG  é um distúrbio caracterizado pela preocupação excessiva, persistente e de difícil controle. De acordo com a psquiatra, costuma acometer mais mulheres, dura no mínimo seis meses e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.

Segundo a especialista, é muito difícil definir uma causa, já que se trata de uma doença multifatorial.

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Mas os sintomas mais comuns são: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular, palpitações, falta de ar, taquicardia, sudorese, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares, entre outros.

A ansiedade patológica compreende várias patologias como: síndrome do pânico, ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, estresse agudo, fobias específicas, fobias sociais e distúrbio obsessivo-compulsivo”, explica a médica.

O tratamento inclui medicamentos antidepressivos e ansiolíticos, além de psicoterapia.

— É importante ressaltar que o paciente não deve parar a medicação por conta própria após melhora dos sintomas.

Fonte: R7.

Um ano de caminhadas regulares faz seu cérebro ficar dois anos mais jovem

29 de novembro de 2014 at 4:27

Um estudo mostra que fazer três caminhadas de 40 minutos, em ritmo acelerado, durante a semana pode fazer o cérebro crescer e rejuvenescer.

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Segundo o trabalho, que contou com a participação de 120 homens e mulheres de 55 a 80 anos, a caminhada é capaz de aumentar o tamanho do hipocampo, centro da memória no cérebro que é uma das primeiras regiões a serem afetadas pela doença de Alzheimer.

 

Normalmente, o cérebro encolhe com a idade. Mas exames realizados nos participantes após um ano de caminhadas mostraram que as principais regiões cerebrais – inclusive o hipocampo – haviam crescido até 2%

 

Dois anos a menos

 

De acordo com os pesquisadores, esse crescimento equivale a voltar o ponteiro do relógio do cérebro em dois anos, uma mudança que eles consideram uma enorme melhora. Um outro grupo que havia sido convidado para fazer uma série simples de exercícios de alongamento ao longo do ano teve as mesmas regiões do cérebro encolhidas em 1,5%.

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Os resultados foram apresentados na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), nos Estados Unidos.

 

Ao Daily Mail, o líder da pesquisa afirmou que o exercício pode não ser uma pílula mágica contra a demência, mas parece ser uma das melhores maneiras de manter a mente afiada. “Você não precisa de atividade física altamente vigorosa para ver esses efeitos”, acrescentou Kirk Erickson, da Universidade de Pittsburgh.

 

Quanto antes, melhor

 

O pesquisador também observou que o cérebro permanece modificável após os 50 anos. Ainda que haja encolhimento e declínio na capacidade cognitiva, parece que isso não é tão inevitável quanto se pensava.

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Segundo Erickson, aliar atividade física e exercícios mentais, como resolver quebra-cabeças, pode ser uma boa ideia para preservar o cérebro. Claro que quanto antes a pessoa incluir os hábitos na rotina, melhor. Mas ele salientou que nunca é tarde demais para começar.

Estudo mostra que bom humor melhora a saúde e a inteligência

29 de novembro de 2014 at 4:18

Estudo mostra que bom humor melhora a saúde e a inteligência

 

Um bebê engoliu uma bala calibre 22. Chorando, a mãe corre à farmácia. “O que devo fazer?” E o farmacêutico responde: “Dê a ele um frasco de óleo de rícino, mas não o aponte para ninguém”.

 

Achar essa piada engraçada depende de mais variáveis do que provavelmente você possa supor. Depende de uma compreensão cultural comum das propriedades técnicas do óleo de rícino. Como muitas piadas e qualquer aluno do quarto ano pode comprovar, depende de sua delicadeza em relação às funções corporais. De forma menos óbvia, o senso de humor também depende da sua idade, gênero, QI, inclinação política, grau de extroversão e da saúde do seu circuito de recompensa de dopamina.

bom humor

Se você acha toda essa análise pouco engraçada, [o escritor norte-americano] E.B. White estaria com certeza lhe apoiaria. Ele escreveu um dia que desmontar piadas é como dissecar sapos: poucas pessoas se interessam e o paciente sempre morre no final.

 

Felizmente, o neurocientista cognitivo Scott Weems não tem medo de parecer sem graça. O humor merece um estudo acadêmico sério, ele argumenta em seu livro, “Ha! The Science of When We Laugh and Why” (Há! A ciência de quando rimos e por quê, em tradução livre), porque produz vislumbres de como nosso cérebro processa um mundo complexo e como isso, por sua vez, nos transforma em quem somos.

alivia o stresse

Mais tempo rindo

 

Embora animais riam, os humanos passam mais tempo rindo do que exibindo qualquer outra emoção. Porém, o que confere a algumas pessoas um senso de humor melhor do que o de outros? Sem surpresa, os extrovertidos costumam rir mais e produzir mais piadas; contudo, em testes que medem a capacidade de escrever legendas de charges, as pessoas mais neuróticas, agressivas, manipuladoras e dogmáticas eram as mais engraçadas. Como diz o velho ditado, os melhores humoristas são tristes.

 

Talvez, escreve Weems, as pessoas infelizes são “mais propensas do que as outras a falar de forma desajeitada ou não aceitável socialmente para fazer uma boa piada”. Ou como pessoas de Aristóteles a Gertrude Stein ressaltaram, a infelicidade pode gerar a criatividade, e as melhores piadas exigem ginástica intelectual e uma observação astuta da natureza humana.

sorrir faz bem

 

Analisar o humor às vezes exige dissecar piadas. Weems desmonta as piadas da “compreensão” em três componentes básicos: construção (examinar conhecimento relevante, experiência e expectativas), avaliação (descartar nossos erros e expectativas errôneas) e resolução (chegar a uma conclusão satisfatória e muitas vezes surpreendente). Veja como seu cérebro rapidamente faz essas três coisas ao ler o seguinte título merecedor de ser citado pelo apresentador Jay Leno: “Doutor testemunha em julgamento de cavalo”.

 

Para Weems, essas três etapas são as mesmas que usamos para solucionar problemas diários, quer logísticos, interpessoais ou existenciais.

 

Segundo ele, “interpretar nosso mundo é um evento criativo”. Em sua raiz, as piadas têm a ver com conflitos e “detectar erros é a forma pela qual nossos cérebros transformam conflitos em recompensas”. Sem essa capacidade, não seríamos capazes de tomar decisões, aprender novos truques ou nos darmos bem com os outros.

 

 

Como exercício

 

“Estudos mostram que o humor melhora nossa saúde, nos ajuda a nos dar bem com os outros e até nos torna mais inteligentes”, garante o livro. Rir literalmente relaxa os vasos sanguíneos, promovendo uma circulação saudável, de forma similar ao exercício aeróbico.

 

Curiosamente, no entanto, as pessoas mais engraçadas não vivem mais tempo. Não apenas elas costumam ser mais neuróticas como apresentam maior probabilidade de fumar, a ser mais sedentárias e a ganhar peso.

 

Mesmo assim, mesmo que não prolongue a vida, o humor a torna mais suportável ao reduzir nossa dor física e emocional.

 

Em famoso estudo sobre humor conduzido por James Rotton, Universidade Internacional da Flórida, os participantes que assistiam a filmes cômicos após uma cirurgia pediam 25% a menos de analgésicos. Outro estudo mostrou que ver um episódio de “Friends” reduzia três vezes mais a ansiedade do que sentar-se e relaxar. Os participantes do estudo também se saíram melhor em testes cognitivos, tais como problemas de associação de palavras, depois de ler piadas engraçadas e ver vídeos com apresentações humorísticas de Robin Williams.

 

Para aqueles que estão mais para o Grinch do que para o Groucho, Weems afirma ser possível melhorar o senso de humor, seja por treinamento ou aumentando a exposição a pessoas e mídias engraçadas, em conjunto com muita prática. Para seu crédito, ele até mesmo tentou fazer um show humorístico certa noite em uma boate em Baltimore.