Algumas pessoas têm fobia de crescer – igual ao Peter Pan

22 de fevereiro de 2015 at 22:59

Gerascofobia é o nome dado ao medo de envelhecer

Crescer é um processo longo, doloroso e irreversível. O mundo adulto é cheio de responsabilidades que ninguém quer ter. Por conta disso, todos temos um pouquinho de Peter Pan, o menino que vivia na Terra do Nunca e não queria ficar grande. Mas existem problemas extremos de medo incontrolável de envelhecer. Esses casos são classificados como gerascofobia.

Um estudo, realizado pela Universidade do México, acompanhou o caso de um garoto gerascofóbico de 14 anos. Segundo os autores, o menino come muito pouco porque sabe que os alimentos ajudam em seu desenvolvimento, anda curvado para esconder o tamanho e afina a voz para parecer mais infantil. Além disso demonstra uma preocupação anormal quando alguém diz que ele está crescendo ou ficando mais velho.

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O estudo revela que a doença começou a se manifestar há cerca de dois anos, e que um abuso sexual quando o menino era mais novo agravou o caso. Felizmente, o garoto está apresentando melhora através do tratamento com remédios e acompanhamento psiquiátrico.

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O medo de se tornar adulto é algo comum durante a adolescência, afinal, deixar a Terra do Nunca não é tão fácil quanto parece. Mas devemos ficar atentos para identificar a diferença entre um simples medo e uma fobia – doenças mentais são bem difíceis de serem diagnosticadas.

 

fonte: revista galileu

Celular e tablet prejudicam mais o sono do que televisão

11 de janeiro de 2015 at 23:40

Novo estudo mostra que crianças que têm acesso a essas tecnologias antes de pegar no sono dormem menos e pior

Ter acesso à televisão, celular e tablet antes de dormir prejudica o sono de crianças. No entanto, segundo um novo estudo americano, o celular e o tablet fazem com que elas durmam menos – e pior – em comparação com a TV.

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A pesquisa, feita na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, mostrou que crianças que têm acesso a smartphones e tablets antes de pegar no sono dormem, em média, 21 minutos a menos do que aquelas que não usam essa tecnologia à noite. Elas também relatam sentir-se mais prejudicadas pela privação do sono.

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Os jovens que vêem TV quando já estão deitados, em comparação com aqueles que não têm o aparelho no quarto, dormem 18 minutos a menos. O estudo também mostrou que quanto mais tempo a criança passa em frente a alguma tela, pior será a qualidade de seu sono.

 

Para chegar a essas conclusões, os especialistas se basearam nos dados de um levantamento nacional sobre obesidade infantil feito entre 2012 e 2013. Ao todo, foram analisados 2 048 estudantes de 10 a 14 anos. A nova pesquisa foi publicada nesta segunda-feira na revista médica Pediatrics.

Leitura — Recentemente, um estudo da Universidade Harvard indicou que, para dormir bem, é melhor que a criança leia um livro impresso do que um e-book no tablet. Ao compararem essas duas formas de leitura, os pesquisadores concluíram que os jovens que liam em uma tela iluminada antes de dormir demoram, em média, 10 minutos a mais para pegar no sono e têm 10 minutos a menos de sono REM (movimento rápido dos olhos, sigla em inglês), fase do sono em que ocorrem os sonhos e que tem importância para a saúde psicológica.

Profissões complexas podem preservar a memória, diz estudo

20 de novembro de 2014 at 21:21

De acordo com a pesquisa, carreiras consideradas complexas, como advocacia e engenharia civil, potencializam a memória e o raciocínio na velhice

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Pessoas que trabalham em áreas que desafiam a mente, como advogados, arquitetos e designers, podem ter a memória e o raciocínio mais desenvolvidos na velhice do que indivíduos com ocupações menos complexas. Essa é a conclusão de um estudo publicado na quarta-feira no periódico Neurology.

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Participaram da pesquisa 1 066 aposentados com idade média de 70 anos. Os pesquisadores tiveram acesso a testes de QI de cada participante aos 11 anos de idade e também analisaram a memória e a velocidade de raciocínio de cada um na idade atual. A profissão de cada indivíduo também foi registrada e classificada de acordo com o seu grau de complexidade.

As carreiras consideradas complexas envolviam coordenação e síntese de dados – arquitetos, engenheiros civis, músicos e designs gráficos são alguns exemplos. Já as menos complexas baseavam-se em copiar e comparar dados, como trabalhador da construção civil, telefonista ou balconista.

Além disso, as profissões que eram baseadas em instruir, negociar ou orientar outras pessoas, como advocacia, assistência social, cirurgia média e oficial de justiça, também foram categorizadas como complexas.

 

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Análise – Os pesquisadores constataram que aqueles que tiveram carreiras consideradas mais complexas se saíam melhor nos testes de memória e de raciocínio. Os resultados permaneceram os mesmos após os cientistas levarem em consideração o QI dos participantes aos 11 anos de idade, escolaridade e o grau de violência no ambiente em que viveram.

“Nossa análise sugere que os empregos mais estimulantes podem ajudar as pessoas no raciocínio e que esse benefício permanece mesmo depois que elas se aposentam”, explica o coautor do estudo Alan K. Gow, pesquisador da Universidade Heriot-Watt, na Escócia.

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De acordo com os pesquisadores, apesar de ser verdade que pessoas com melhores habilidades cognitivas têm mais chances de conseguir empregos que exijam mais raciocínio, ainda existe uma moderada vantagem obtida por meio desses trabalhos complexos para a capacidade cerebral futura.

Estudo mostra que exercícios de resistência podem melhorar a memória

9 de outubro de 2014 at 1:52

Resultados semelhantes já haviam sido obtidos com longos períodos de exercícios aeróbicos, mas a nova pesquisa indica que os benefícios podem ser alcançados mais rapidamente

e exercitar na academia por pelo menos 20 minutos pode ajudar a melhorar a

memória de longo prazo. É o que diz um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta, Estados Unidos, e publicado no periódico Acta Psychologica. Estudos anteriores já haviam mostrado que a memória pode ser beneficiada por diversos meses de exercícios aeróbicos, como corrida ou natação, porém o novo estudo demonstra que um resultado semelhante pode ser obtido em um período muito menor. “Nosso estudo indica que as pessoas não precisam dedicar grandes quantidades de tempo para beneficiar o cérebro”, afirma Lisa Weinberg, estudante do Instituto e principal autora.

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A pesquisa contou com a participação de 29 mulheres e 17 homens, que foram divididos em dois grupos. Na primeira parte do experimento, todos viram uma série de 90 imagens mostradas na rela de um computador, que podiam ser positivas, neutras ou negativas (como crianças brincando em um tobogã, relógios e imagens de corpos mutilados), e foram instruídos a memorizar quantas pudessem. Os voluntários foram então divididos em um grupo ativo e outro passivo. Os integrantes do primeiro deveriam realizar um exercício de esticar e encolher as pernas em um equipamento de academia 50 vezes, na maior intensidade que conseguissem, enquanto o outro simplesmente se sentou e permitiu que a máquina movesse suas pernas.

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A pressão sanguínea e os batimentos cardíacos dos participantes foram monitorados, e amostras de saliva foram coletadas para que fosse possível avaliar os níveis de neurotransmissores ligados ao stress provocado pelo exercício. Depois dias depois, foi mostrada aos participantes uma nova série de imagens, com as 90 que eles haviam visto antes e 90 novas, para que eles reconhecessem aquelas que já tinham visto. Os resultados mostraram que o grupo passivo se lembrou de cerca de 50% das imagens originais, enquanto o outro chegou a 60%.

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A escolha de fazer os participantes estudarem as imagens antes de realizar a atividade física se baseou em descobertas feitas em pesquisas com modelos animais, que mostraram que o período depois do aprendizado (denominado consolidação) é quando o stress causado pelo exercício pode ser mais benéfico para a memória. Apesar de a pesquisa ter sido feita com um exercício usando pesos, os pesquisadores afirmam que atividades de resistência como agachamentos podem produzir o mesmo efeito. “Nós agora podemos tentar determinar a aplicabilidade desta descoberta a outros tipos de memória, e o melhor tipo e quantidade de exercício em diversas populações, como idosos e pessoas com problemas de memória”, disse Minoru Shinohara, professor da escola de psicologia aplicada e um dos autores do estudo.

fonte: revista veja

Paciente toca violino durante cirurgia no cérebro: veja o vídeo

13 de setembro de 2014 at 17:54

Um vídeo divulgado nesta semana por médicos do Centro Médico Sourasky, em Israel, mostrou uma paciente tocando violino durante uma cirurgia no seu cérebro. Naomi Elishuv, a paciente, era violinista da Orquestra Sinfônica da Lituânia e se submeteu à operação para tratar um problema de tremor. Como o cérebro é um órgão que não sente dor, Naomi recebeu apenas uma anestesia local.

Há 20 anos a violinista foi diagnosticada com tremor essencial, uma doença do movimento sem causa específica caracterizada por tremores rápidos que acometem, usualmente, braços e pernas. Por falta de um tratamento eficaz, Naomi abandonou o violino. “Minha grande paixão é tocar, mas, por muitos anos, eu tive que deixar a carreira profissional de lado e apenas dar aulas”, disse Naomi ao jornal The Jerusalem Post.

Para sanar o tremor, os médicos implantaram um marca-passo na região do tálamo — que é responsável pelo tato —, no cérebro de Naomi. Enquanto ela tocava o violino na operação, os cirurgiões puderam encontrar o ponto exato do problema e identificar a quantidade de estímulos elétricos necessária para curar o distúrbio. No decorrer do procedimento, o tremor diminuiu e a paciente conseguiu tocar o instrumento com mais habilidade.

Infográfico de como funciona a força de vontade no cerébro

12 de agosto de 2014 at 0:09

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Brasília – Por que, diante de um grande desafio, algumas pessoas permanecem dispostas a superá-lo enquanto outras desistem logo da tarefa? A perseverança é um traço que pode fazer toda a diferença nas conquistas de uma pessoa ao longo da vida. Agora, experimentos conduzidos por pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, apontam uma região do cérebro que parece estar ligada a essa capacidade. Além de ajudar a compreender melhor esse tipo de atitude, o estudo pode ajudar, futuramente, em tratamentos de diferentes problemas psicológicos, incluindo a depressão, acreditam os autores.

Josef Parvizi, professor do Departamento de Neurologia e Ciências Neurológicas da instituição de ensino californiana, explica que o experimento realizado por ele e sua equipe foi feito com duas pessoas que sofriam de epilepsia. Com eletrodos implantados nos cérebros dos pacientes, que já serviam para tratar a doença, os médicos puderam estudar o que acontecia quando uma região chamada córtex anterior cingulado era estimulada por impulsos elétricos. “ Em dois pacientes com eletrodos intracranianos implantados no mesmo local, trabalhamos com a hipótese de que as mudanças de percepção e de comportamento poderiam ser provocadas pela estimulação”, conta Parvizi.

Ao receber a carga, os pacientes descreveram uma sensação similar à “expectativa de desafio”, como se assumissem uma atitude de determinação que os ajudaria a enfrentar algum problema que viessem a ter. Ao mover o eletrodo para um ponto a apenas 5mm de distância do alvo anterior, os pesquisadores não tiveram o mesmo resultado.

fonte: meucerebro.com.br

Estresse engorda diz pesquisa

20 de julho de 2014 at 23:08

Pesquisa de universidade dos EUA indica que mulheres gastam menos calorias e acumulam mais gordura após serem submetidas a maiores níveis de stress

 

Estresse deixa metabolismo lento

Estresse deixa metabolismo lento

Uma rotina estressante pode ter consequências negativas na balança — e talvez ajude a explicar o motivo pelo qual algumas pessoas não conseguem emagrecer. Segundo um novo estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, o metabolismo de uma pessoa desacelera após dias estressantes, diminuindo a capacidade de queimar calorias.

 

A pesquisa indicou que o estresse desacelera o metabolismo

A pesquisa indicou que o estresse desacelera o metabolismo

Segundo os autores do estudo, como as pessoas tendem a consumir alimentos mais calóricos e gordurosos quando estão estressadas, os efeitos negativos do stress sobre o excesso de peso são ainda maiores.

 

A nova pesquisa foi publicada nesta segunda-feira no periódico Biological Psychiatry. Foram entrevistadas 58 mulheres, que relataram se haviam passado por momentos estressantes no dia anterior, como uma briga com o marido ou problemas para cuidar dos filhos. Depois, elas fizeram uma refeição com ovos, salsicha e biscoitos que totalizavam 930 calorias e 60 gramas de gordura. Os pesquisadores, então, mediram a atividade do metabolismo das mulheres, além da taxa de açúcar, colesterol, insulina e cortisol (hormônio relacionado ao stress) de cada uma.

 

O estudo indicou que as que relataram ter sofrido mais stress no dia anterior e que apresentavam maiores níveis de cortisol gastaram, em média, 104 calorias a menos do que as outras participantes nas sete horas seguintes à refeição.

Segundo os pesquisadores, isso pode significar o acréscimo de 5 quilos no período de um ano. Essas mulheres também apresentaram níveis maiores de insulina — o que, segundo os especialistas, contribui com o acúmulo de gordura corporal.

 

“Nós sabemos, de outros estudos, que somos mais propensos a comer alimentos errados quando estamos estressados, e a nossa pesquisa mostra que, quando nos alimentamos de forma errada, o ganho do peso se torna mais provável porque estamos gastando menos calorias”, diz Janice Kiecolt-Glaser, professora de psiquiatria da Universidade do Estado de Ohio e coordenadora do estudo.

Fonte: Veja online

Exercício físico melhora desempenho escolar, diz estudo

22 de junho de 2014 at 18:33

Pesquisa revelou que adolescentes e crianças com habilidade motora e capacidade cardiorrespiratória boas tinham notas mais altas do que aqueles com vigor físico inferior

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Praticar exercício físico na infância e na adolescência pode ser benéfico não apenas à saúde, mas também ao boletim escolar, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira no periódico Journal of Pediatrics.

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Melhora da capacidade cardiorrespiratória, força muscular e habilidade motora são benefícios comprovados da atividade física à saúde. Como cada um desses fatores exerce efeitos sobre o cérebro, pesquisadores decidiram investigar se eles poderiam, de alguma forma, impactar o desempenho acadêmico.

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s cientistas analisaram dados sobre rotina de exercícios, composição corporal e desempenho escolar de 2.038 crianças e adolescentes de seis a dezoito anos, na Espanha. Eles constataram que os participantes com boa capacidade cardiorrespiratória e habilidade motora tiravam melhores notas do que os voluntários com desempenho inferior nesses quesitos. A força muscular não mostrou relação com o boletim.

 

“Ter uma boa capacidade cardiorrespiratória e habilidade motora pode, até certo ponto, reduzir o risco de fracasso escolar”, diz Irene Esteban-Cornejo, coautora do estudo e pesquisadora da Universidade Autônoma de Madri, na Espanha. O estudo realça a necessidade de realizar esforços para promover a prática de atividade física na infância e na adolescência.

 

fonte: revista veja

6 estratégias para melhorar sua produtividade

8 de junho de 2014 at 19:51

O Business Insider perguntou ao autor do livro “The 4-hour Workweek” (“A semana de trabalho com 4 horas”, em tradução livre) dicas para melhorar o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. Como resultado, eles listaram seis considerações sobre a ciência por trás dos hábitos das pessoas mais produtivas ao redor do mundo. Confira:

1. Administre o seu humor

Se você acorda e deixa o caos do ambiente – telefone tocando, e-mails chegando, alarmes de carros, crianças chorando – influenciar o seu humor, isso significa que você irá passar o resto do dia reagindo a esses estímulos. É preciso assumir o bando do motorista e entrar no modo trabalho, onde você é produtivo e mantém suas prioridades em ordem.

 

controle seu humor

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2. Não olhe os e-mails pela manhã

Tim Ferris fala que entrevistou uma grande quantidade de pessoas produtivas e ninguém, absolutamente ninguém, falou que passar mais tempo com os e-mails era um de seus segredos para a produtividade. Se você acorda e já está olhando a caixa de entrada, logo estará reagindo e gastando as melhores horas do seu dia com os objetivos de outras pessoas e não os seus.

não olhe email logo cedo

não olhe email logo cedo

3. Antes de tentar fazer mais rápido, pergunte-se se pode ser feito

Todo mundo se pergunta por que é impossível conseguir fazer tudo de uma vez. A resposta é incrivelmente fácil: você está fazendo coisas demais. Para ser mais produtivo, se pergunte primeiramente se aquilo é possível de ser feito, antes de se questionar se pode ser feito de forma mais eficiente. Não gaste energia e tempo com problemas que estão fora do seu alcance.

não faça coisas demais

não faça coisas demais

4. Para ter foco é preciso apenas eliminar as distrações

Segundo o ex-professor da Faculdade de Medicina de Havard, Ed Hallowell, nós temos déficit de atenção gerado pela nossa própria cultura. Porém, a vida moderna não danificou nossa capacidade de prestar atenção permanentemente. Se você quer focar em alguma coisa é preciso mentalizar o resultado e se manter longe de distrações o máximo que você puder.

Evite distração no ambiente de trabalho

Evite distração no ambiente de trabalho

5. Tenha um sistema

Todas as pessoas insanamente produtivas sabem o que estão fazendo, elas não estão apenas depositando fé em algo que não existe de verdade. Todas – absolutamente todas – planejam suas rotinas de forma a conseguirem os melhores resultados possíveis.

Tenha um método de organização

Tenha um método de organização

6. Defina os seus objetivos na noite anterior

Acordar sabendo o que é importante para ser feito é uma vantagem que você tem contra imprevistos e situações de crises que podem acontecer durante o dia.

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Dicas para ter uma noite de sono melhor

4 de maio de 2014 at 21:29

Pesquisas indicam que mais de 60% da população brasileira tem dificuldades ou queixas sobre o sono, em muitos casos a falta constante de sono pode prejudicar a vida da pessoa em vários aspectos, como falta de memória, fadiga, aumento da ansiedade e até mesmo desenvolver um quadro de depressão.

 

O infográfico abaixo dá algumas dicas para melhorar a qualidade do sono, o psquiatraemcuritiba.com.br trouxe essa informação para alertar sobre a importância de uma noite bem dormida, nos casos mais graves é necessário buscar ajuda especializada, um psiquiatra pode contribuir para auxiliar no tratamento e melhora do sono.

Dicas para ter uma boa noite de sono

Dicas para ter uma boa noite de sono