Infográfico sobre síndrome do Pânico – sintomas e tratamento

4 de maio de 2014 at 21:20
Infográfico explica com acontece a síndrome do pânico

Infográfico explica com acontece a síndrome do pânico

4 fases do estresse

16 de abril de 2014 at 5:14

Nas ultimas 24 horas sentiu seus músculos mais tensos, respiração curta e rápida, sentiu cansaço ou com dificuldade para dormir, você pode estar na primeira fase do estresse conhecida como fase do alerta. Essas reações podem ser causadas por alguma briga, susto, ou qualquer outra coisa que interrompa o equilibro do organismo. O que causa estresse numa pessoa não causa em outra, por isso é importante observar o que esta lhe causando a sensação inicial de estresse.

 

fase estresse alerta

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Se os estressores são constantes e você não esta sabendo lidar com eles, você pode passar para a fase de resistência. Nessa fase, pode ocorrer dificuldade de memória, complicações para dormir, cansaço, irritação ou emotividade excessiva, gripes freqüentes. Essas reações acontecem porque seu organismo esta precisando gastar mais energia devido ao desequilíbrio que esta passando.

fase estresse resistencia

 

A terceira fase do estresse é a quase-exaustão, ocorre quando a demanda é maior do que os recursos que dispõe para enfrentar, se você esta se sentindo muito desanimado, cansado, irritado, etc. e em outros momentos sente-se motivado a realizar suas atividades diárias, você está com sinais de fase de quase exaustão.

fase estresse quase exaustão

Na ultima fase do estresse seu organismo já esta enfraquecido, um maior vulnerabilidade a doenças e maior propensão a desenvolver pressão alta, enxaquecas, doenças cardíacas, depressão e transtorno de ansiedade.

fase estresse exaustão

 

4 coisas que você não sabe sobre Stresse

18 de março de 2014 at 1:00

4 coisas que você não sabe sobre Stresse

1 – O stresse é uma reação normal do corpo humano

Do ponto de vista psíquico o Estresse se traduz na Ansiedade. A Ansiedade é, assim, uma atitude fisiológica (normal) responsável pela adaptação do organismo às situações de perigo. Vejamos, por exemplo, as mudanças acontecidas em nossa performance física quando um cachorro feroz tenta nos atacar, quando fugimos de um incêndio, quando passamos apuros no trânsito, quando tentam nos agredir e assim por diante.

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De frente para o perigo nossa performance física faz coisas extraordinárias, coisas que normalmente não seríamos capazes de fazer em situações mais calmas. Se não existisse esse mecanismo que nos coloca em posição de alerta ou alarme, talvez nossa espécie nem teria sobrevivido às adversidades encontradas pelos nossos ancestrais.Embora a Ansiedade favoreça a performance e a adaptação, ela o faz somente até certo ponto, até que nosso organismo atinja um máximo de eficiência.

2 – O Stresse e a ansiedade foram importantes para nossos ancestrais

Em nossos ancestrais esse mecanismo foi destinado à sobrevivência diante dos perigos concretos e próprios da luta pela vida, como foi o caso das ameaças de animais ferozes, das guerras tribais, das intempéries climáticas, da busca pelo alimento, da luta pelo espaço geográfico, etc.

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3 – A vida moderna contribuiu para que o estresse e a ansiedade deixasse de ser um mecanismo de sobrevivência e passasse a ser um problema de saúde.

Se, em épocas primitivas o coração palpitava, a respiração ofegava e a pele transpirava diante de um animal feroz a nos atacar, se ficávamos estressados diante da invasão de uma tribo inimiga, hoje em dia nosso coração bate mais forte diante do desemprego, dos preços altos, das dificuldades para educação dos filhos, das perspectivas de um futuro sombrio, dos muitos compromissos econômicos cotidianos e assim por diante. Como se vê, hoje nossa Ansiedade é continuada e crônica. Se a adrenalina antes aumentava só de vez em quando, hoje ela está aumentada quase diariamente.

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A Ansiedade aparece em nossa vida como um sentimento de apreensão, uma sensação de que algo está para acontecer, ela representa um contínuo estado de alerta e uma constante pressa em terminar as coisas que ainda nem começamos. Desse jeito nosso domingo têm uma apreensão de segunda-feira e a pessoa antes de dormir já pensa em tudo que terá de fazer quando o dia amanhecer. É a corrida para não deixar nada para trás, além de nossos concorrentes. É um estado de alarme contínuo e uma prontidão para o que der e vier.

4 – A ansiedade e o estresse tem causa de fatores externos ou internos

s estímulos internos são oriundos dos conflitos íntimos. Os estímulos externos, por sua vez, representam as ameaças concretas do cotidiano de cada um.

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Fonte: psiqueweb

Sintomas de uma crise de pânico

9 de janeiro de 2014 at 0:49

Sintomas de uma crise de pânico são parecidos aos de um infarto; entenda
Na crise, paciente pode ter falta de ar, transpiração e aceleração cardíaca.

Sentir medo sem motivo e repentinamente pode ser um sinal de síndrome do pânico, um transtorno mental de ansiedade que causa ataques repentinos de temor em situações cotidianas, como durante o sono, por exemplo.
Durante uma crise, a pessoa pode ter ainda sintomas parecidos aos de um infarto, como falta de ar, coração acelerado e transpiração excessiva.
Caso esses sintomas apareçam pela primeira vez, o paciente deve ir imediatamente a um hospital para avaliar se é um infarto, especialmente se ele tiver fatores de risco como diabetes, histórico familiar de doenças cardiovasculares, fumo, hipertensão, má alimentação e sedentarismo. Nesse caso, os sintomas podem se prolongar para dor no peito, no braço esquerdo, costas, mandíbula e estômago.

Por outro lado, se ele já teve os sintomas várias vezes ao longo da vida, já foi ao médico e não foi diagnosticado nenhum problema de coração, pode ser que o problema seja a síndrome do pânico. Nesse caso, é importante que seja feito um acompanhamento conjunto com o psiquiatra e também o cardiologista.

Em alguns casos, o pânico pode ter origem familiar ou relação com histórias de vida, mas pode ser também desencadeado por fatos estressantes, como vestibular, falecimento ou casamento. O transtorno é mais comum em mulheres e na fase adulta; algumas pessoas, inclusive, podem ter uma crise uma única vez e nunca mais ou podem sofrer várias cronicamente.

Para evitar que o estresse acumule, a dica é tirar 10 minutos do dia para pensar em uma única imagem e nada mais, como um desenho simples de uma árvore ou uma paisagem, por exemplo – essa técnica ajuda a “limpar” a mente do excesso de preocupações que podem levar a uma crise de pânico. Durante a crise, porém, isso não adianta muito; o ideal é fazer o tratamento contínuo do transtorno com um psicólogo, psiquiatra e, em alguns casos, medicamentos.

Também existem remédios que ajudam a reduzir o risco de infarto, como os de pressão alta, os anticoagulantes e as estatinas (para o colesterol). Nesse último caso, o medicamento diminui a quantidade de colesterol na corrente sanguínea e evita que se formem placas de gorduras na artéria. Porém, as estatinas não eliminam as placas que já existem, apenas reduzem a inflamação que elas causam, abrindo maior espaço para o fluxo de sangue.

É importante ainda que, para reduzir o risco de infarto e também da síndrome do pânico, o paciente seja o mais ativo que puder e faça exercício físico regularmente.

Isso porque, além de reduzir o estresse, ao se exercitar, o músculo cardíaco se fortalece e produz novas redes de circulação do sangue, criando caminhos alternativos caso a pessoa tenha um ataque cardíaco

Fonte: G1
Tratamento da ansiedade em Curitiba : www.tratamentodaansiedade.com.br Dr. Marcelo Maroni

Meia hora de meditação por dia, pode aliviar a depressão e ansiedade

9 de janeiro de 2014 at 0:18

“Um grande número de pessoas recorre à meditação, mas este exercício não é considerado parte de alguma terapia médica”, disse o doutor Madhav Goyal, professor adjunto de medicina interna na universidade Johns Hopkins e principal autor deste estudo publicado esta segunda-feira na edição online do Journal of the American Medical Association (JAMA).

“Mas na nossa pesquisa, a meditação parece aliviar os sintomas da ansiedade e de depressão, tanto quanto os antidepressivos em outros estudos”, afirmou Goyal, ao esclarecer que estes pacientes não sofrem de formas severas de ansiedade ou depressão.

Os cientistas avaliaram o nível de mudança dos sintomas entre as pessoas que sofrem de uma variedade de problemas de saúde, como a insônia ou a fibromialgia, um transtorno que causa dores musculares crônicas.

Apenas uma minoria destes pacientes sofria de uma doença mental, afirmaram os autores.

Eles constataram que a meditação conhecida como “de plena consciência”, uma técnica budista que consiste em concentrar a atenção no momento presente, mostrou-se particularmente promissora.

Geralmente, eles observaram sinais de melhora nos sintomas da ansiedade, da depressão e da dor, depois de um programa de meditação de meia hora por dia.

Mas os cientistas observaram poucos indícios de melhora do nível de estresse ou da qualidade de vida.

Nos testes clínicos analisados, nos quais os pacientes foram acompanhados por seis meses, os cientistas observaram que os benefícios da medicação persistiram.

Esta análise incluiu 47 testes clínicos com um total de 3.515 participantes que praticavam diferentes técnicas de meditação e que sofriam de diversos problemas mentais e físicos, entre eles depressão, ansiedade, estresse, insônia e inclusive diabetes ou câncer.

Fonte: exame Abril

tratamento da depressão em curitiba: http://www.tratamentodaansiedade.com.br/

Como é a Depressão?

9 de janeiro de 2014 at 0:15

Como é a depressão?
Para além da contumaz preguiça de segunda-feira ou da impaciência que nos faz perder o ânimo de encarar o chefe, o trânsito ou o amigo carente, é possível que a depressão tenha chegado e, com ela, a sensação de impotência descrita no diário da jornalista americana Daphne Merkin: “Jamais conheci uma pessoa depressiva que quisesse sair da cama pela manhã – que não vivesse o raiar do dia como uma convocação para se enterrar ainda mais embaixo das cobertas”.
Daphne sabe do que fala. Consagrada em publicações como a revista New Yorker e o jornal The New York Times, ela convive há 40 anos com a depressão. Alternando calmaria e recaída, a jornalista confessa desejar que tudo fosse mais simples, “como engessar a mente até ela sarar, assim como se engessa um tornozelo quebrado”.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a depressão atinge anualmente 4% da população feminina e 2% da população masculina ao redor do mundo. Estima-se que 20% da população mundial sofra ou tenha sofrido da doença em alguma época da vida. Associada a outras doenças, é o mal que até o ano 2020 ocupará o segundo lugar das causas de morte, atrás apenas dos males coronários.

O problema

Freud, no ensaio Luto e Melancolia, afirma que a depressão (à época ainda simplesmente “melancolia”) tem uma série de sintomas que poderiam estar encaixados no luto: “Desânimo, a cessação de interesse pelo mundo externo, a perda da capacidade de amar, a inibição de qualquer atividade e uma diminuição da autoestima”.

Mas não é sempre que cansaço, tristeza, angústia e solidão bastam para o diagnóstico. A duração desses sintomas, no entanto, é um medidor à mão para saber-se doente ou próximo de alguém que padece da incapacidade de se adequar ao mundo e ao, no dizer de Lacan, “dever de ser ‘todo’ para o ideal” de felicidade, realização pessoal, profissional e afetiva.

A perda

“A principal característica da depressão é a sensação de perda de felicidade. O indivíduo deixa de sentir prazer em tudo que gostava e tem uma sensação de angústia profunda. O diagnóstico clínico exige que haja uma mudança qualitativa na vida da pessoa, um estado duradouro de pelo menos duas a quatro semanas”, afirma Jair Mari, professor do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo e do Instituto de Psiquiatria do Kings College, em Londres. Ao redor da angústia, estacionam os extremos: falta ou excesso de apetite, insônia ou hipersônia e ainda inquietação ou inibição motora e diminuição da velocidade de pensamento.

Queda livre

Compartilhar a doença é um dos pontos mais delicados da relação entre o deprimido, seus familiares e amigos. Apesar do apoio que de antemão se presta ao doente, dois problemas são possíveis: a falta de paciência no trato com o paciente e a culpa que o acomete. No entanto, a rede de apoio engendrada a partir da consciência do problema é fundamental para sua recuperação.

O jornalista americano Andrew Solomon, colaborador do The New York Times, teve a primeira crise depressiva aos 31 anos e lançou há dez o livro O Demônio do Meio-dia – Uma Anatomia da Depressão, onde esmiúça as implicações sociais e culturais da depressão ao longo da história, figurando-a como uma “sensação prolongada de queda livre”.

O “estar ciente” dessa queda ajuda a amenizar outra face da doença: a culpa. Incapaz de viver, sair, se divertir, reagir à insistência da participação em atividade coletiva, o deprimido fica a um passo de se sentir culpado, quando na verdade é vítima.

Cura?

No geral, a depressão é um distúrbio químico – e não apenas isso. Há componentes genéticos. Por outro lado, o distúrbio químico vem a reboque do disparo de uma situação depressiva (luto, fim de um relacionamento etc.).

Mas, em lugar de provocar desânimo, essa realidade deve configurar êxito na busca pelo máximo de informação possível, de maneira a tornar palpável o controle da doença, tornando as crises esparsas e cada vez mais leves. Há gente confiável, competente e disposta a entender cada vez mais a depressão.

Fonte: Vida simples

Atendimento para depressão em curitiba http://www.tratamentodaansiedade.com.br/