Psiquiatria Curitiba - Tratamento da Depressão, Tratamento do Estresse, Déficit de Atenção e Hiperatividade em Adultos e Crianças. Fone: (41) 9933-8586 / 9212-2170

Ansiedade e vida moderna

8 de setembro de 2015 at 2:58

Ansiedade e vida moderna

 

A globalização e seu montante de facilidades atinge em cheio nossa saúde física e mental. Embora o avanço tecnológico de nossa geração seja relevante e algo que antes era inimaginável, nos tornou dependentes de máquinas e de uma vida mais informatizada.

Essa modernidade traz um preço alto: alterações significativas em nosso modo de viver, principalmente relacionadas ao tempo e a toda a pressão imposta sobre ele.

E como a ansiedade entra nessa questão? A ansiedade está presente há muito mais tempo que você imagina!

Entendendo a ansiedade

 

A ansiedade é uma característica biológica, decorrente de uma excitação em excesso do Sistema Nervoso Central relacionada a uma sensação de perigo, que pode ser real ou imaginária.

A ansiedade é um alarme natural do organismo e muitas vezes não é prejudicial.De acordo com médico psiquiatra Dr. Marcelo Maroni, a “falta de ar, palpitações, desconforto torácico, sensação iminente de morte” são os sintomas mais comuns da ansiedade. Ele também explica que a pessoa é tomada por pensamentos descontrolados, desordenados e invasivos, comumente relacionados a algo de ruim que pode acontecer.

Ainda segundo o Dr. Marcelo Maroni Saraiva, a causa da ansiedade é “(…) multifatorial, ou seja, estresse, traumas de vida, experiências traumáticas pregressas ou atuais, forma como as pessoas foram criadas pelos seus pais e até mesmo doenças orgânicas como hipertensão e hipertireoidismo, por exemplo, pode levar o indivíduo a sofrer de ansiedade”.

Evolução da ansiedade

 

Podemos relacionar a ansiedade com fatores orgânicos, culturais e ambientais.

Em termos orgânicos, podemos admitir como ponto de evolução a carga genética de nossos ancestrais. Esse ponto influencia – e muito – nosso comportamento hoje.

Na era pré-histórica, nossos ancestrais viviam com recursos escassos e com perigos iminentes – animais selvagens, por exemplo –, e já nessa época, o lado ansioso já entrava em ebulição. Qualquer erro significaria morte.

É claro que em pleno século XXI, é bem difícil encararmos alguns desses problemas antigos. Mas, por outro lado, surgiram inúmeros outros.

Muitos estudiosos acreditam que nós, humanos, somos neuróticos por natureza. Isso se dá pelo fato de sempre estar esperando pelo pior, como, por exemplo:

  • Perder o emprego,
  • Ficar sozinho pelo resto da vida, como também medo de relacionamentos,
  • Sofrer um acidente,
  • Ser assaltado.

Nós vemos o perigo em tudo. É claro que ter precauções é importantíssimo, contudo a ansiedade – quando generalizada – se torna uma doença, e as consequências se tornam sérias.

O psiquiatra Dr. Marcelo Maroni Saraiva já comenta que “a ansiedade generalizada por sua vez, é uma sensação dos mesmos sintomas (…), mas que duram por todo o dia e geralmente vêm acompanhados de uma sensação de catástrofe iminente.

Muito comum também é o medo de se relacionar, ou também chamado de fobia social, que como o Dr. Marcelo Maroni descreve é “uma variante mais grave do que se pode comumente chamar de timidez, mas que comprometendo o funcionamento de uma pessoa pode-se pensar em um tratamento”.

Ele ainda aponta que, caso surjam crises – esporádicas ou frequentes – e sem motivos aparentes, diz-se que a pessoa está sofrendo de ataques de pânico. “Se os ataques de pânico forem frequentes a ponto de causar prejuízos na vida social, familiar e profissional, há de se considerar um diagnóstico de Síndrome do Pânico”, explica o Dr. Marcelo Maroni.

Contexto geral

 

No contexto geral, portanto, a ansiedade causa graves prejuízos na vida pessoal e profissional, sendo que traz consequências graves para a saúde física e mental de cada um.

Embora ainda exista preconceito quanto a doenças mentais e emocionais, é necessário a procura especializada para realizar o diagnóstico e tratamento.

Em nosso ritmo de vida atual, isso passa a ser uma obrigação, pois a ansiedade se tornará um obstáculo para a realização de metas, objetivos e desejos, além de impactar profundamente nossa vida amorosa, social e pessoal.

O Dr. Marcelo Maroni comenta que o tratamento “envolve desde a medicação, terapia comportamento e hipnose que pode auxiliar muito o paciente.”

 

Como aliviar o estresse mental?

31 de agosto de 2015 at 4:24

Como aliviar o estresse mental?

 

Influências externas são as principais causadoras do estresse mental. Elas aparecem no dia a dia, sendo – depois de um tempo – difícil conviver sem pensamentos negativos.

O que antes parecia simples, se torna algo complicado. A pessoa passa a viver em um estado de tensão, estimulada por situações externas, físicas e emocionais negativas.

Quais são os sintomas do estresse mental? Como aliviar o estresse mental de modo a promover a volta da qualidade de vida? E como agir com um grau elevado de estresse?

 

Entendendo melhor

 

Segundo o médico psiquiatra Dr. Marcelo Maroni Saraiva, podemos definir estresse como (a) a soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos (estressores) e que permitem ao indivíduo (humano ou animal) superar determinadas exigências do meio ambiente e (b) o desgaste físico e mental causado por esse processo”.

A pessoa que sofre de estresse não possui equilíbrio suficiente para perceber as mudanças significativas que a acomete.

Ainda de acordo com o Dr. Marcelo Maroni, “o estresse pode ser causado por uma brusca mudança no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia”.

Os fatores que criam o estresse são chamados de estressores, e podem ser divididos como:

  • Estressor cotidiano: atrapalha o bem-estar da pessoa por situações diárias de desgaste físico e psicológico. Exemplos são problemas de peso ou dificuldades financeiras;
  • Estressor traumático: provém de um acontecimento muito intenso e crítico, e que atrapalha a adaptação da pessoa;
  • Estressor biográfico crítico: são eventos que sabe-se a localização, precisam de alterações profundas na vida, e impacta por um longo tempo reações afetivas e emocionais;
  • Estressor crônico: está associado com eventos de duração de tempo bem maior, juntamente com uma carga de situações de estresse e experiências, assim como de acontecimentos de começo e fim, mas que ainda provocam sintomas a longo prazo. Exemplos básicos são: o desemprego e divórcio, respectivamente.

Sintomas do estresse

 

Para o psiquiatra Dr. Marcelo Maroni, “o estresse, apesar de ser um agressor externo, ocasiona, no entanto, problemas de ordem física e emocional, de acordo com as características do indivíduo e da intensidade do agente considerado como estressor”.

Os sintomas do estresse mental estão relacionados ao estilo de vida que levamos, pelos compromissos, exigências e obrigações existentes em nosso cotidiano.

Podemos separar como sintomas do estresse mental:

  • Pessimismo,
  • Passividade,
  • Dúvidas quanto a sua utilidade no trabalho, sociedade, amigos ou família,
  • Confusão mental,
  • Incapaz de raciocinar com clareza,
  • Desequilíbrio de sentimentos,
  • Incapaz de tomar decisões,
  • Ansiedade ou depressão,
  • Insônia,
  • Ataques de pânico,
  • Dificuldades em se relacionar com os outros.

Os sintomas físicos também são bem claros, sendo os principais: a baixa imunidade, dores frequentes, distúrbios digestivos e risco maior para desenvolver enfermidades e doenças (principalmente as cardiovasculares).

 

Como aliviar o estresse mental?

 

O Dr. Marcelo Maroni Saraiva afirma que quando somos afligidos pelo estresse, “os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz”.

Por isso, é importantíssimo que se busque ajuda para tratar esse problema. Primeiro, vamos abordar os diferentes tipos de tratamento alternativos existentes. Vale frisar que eles não substituem o tratamento clínico feito com um psiquiatra, mas são complementos interessantes para aliviar o estresse mental.

O estresse mental começa a aparecer em nossas vidas de forma sutil, mas há muitas formas de evitar seu aparecimento e seus sintomas desagradáveis:

  • Dedicar um pouco mais de tempo para si mesmo (esse é um fator essencial para prevenir e aliviar o estresse mental),
  • Acupuntura: medicina oriental milenar que previne e trata doenças – físicas e psicológicas (incluindo o estresse mental),
  • Yoga e meditação: além do estresse mental, essas técnicas promovem o relaxamento corporal e mental através da respiração,
  • Alimentação: alguns alimentos são capazes de fornecer uma sensação de bem-estar e humor, e podem ser incluídos em dietas para aliviar o estresse mental,
  • Exercícios físicos: imprescindível para tratar e prevenir doenças de razões físicas e psicológicas, já que a prática libera endorfina – hormônio do prazer,
  • Dormir adequadamente: é essencial que o corpo descanse por tempo suficiente (7 a 8 horas) para que o organismo se renove e sua mente se recupere do dia anterior,
  • Lazer: procure descobrir alguma atividade que lhe dê ânimo. Exemplos bastante comuns são por cursos de pintura, leitura e até mesmo atividades voluntárias sociais e ambientais.

 

Procura médica é fundamental

 

O estresse é considerado uma condição insuportável, sendo que quem sofre da doença deve procurar auxilia psiquiátrico para tratamento correto.

Dependendo do grau/intensidade do estresse, o tratamento pode levar algum tempo, mas se for feito cuidadosamente, pode trazer resultados e efeitos rápidos e satisfatórios.

Hoje em dia é muito mais fácil admitir que se está com problemas de estresse do que anteriormente e, por isso, a procura por auxílio médico não deve ser negligenciado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como enfrentar o TDAH?

23 de agosto de 2015 at 6:12

Como enfrentar o TDAH?

 

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) acomete cerca de 4% dos adultos no mundo todo, enquanto que em crianças, a taxa varia de 3% a 5%.

Seu início se dá na infância e persiste na fase adulta. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Associação Psiquiátrica Americana, o TDAH é um transtorno psiquiátrico que tem como características comuns a desatenção, agitação – chamada também de hiperatividade – e a impulsividade.

Esses sinais interferem e dificultam o emocional e os relacionamentos da pessoa. Em crianças, há o baixo desempenho escolar e outros problemas de saúde.

Como se percebe o TDAH em adultos? Como podemos enfrentar o TDAH? A medicação é a melhor alternativa?

 

Conhecendo as causas do TDAH

 

Ainda atualmente, existem diversas dúvidas quanto a real causa do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Por isso, não há causa comprovada ainda.

Porém, o Dr. Marcelo Saraiva afirma que “os principais fatores identificados como causa são umas suscetibilidades genéticas em interação direta com fatores ambientais”. Isto é, a herança da doença por parte dos pais tem como probabilidade alta como causa do TDAH.

O Dr. Marcelo Saraiva ainda comenta que “pesquisas também têm apresentado como possíveis causas de TDAH: problemas durante a gravidez ou no parto e exposição a determinadas substâncias (chumbo)”.

“Outros fatores, como danos cerebrais (…) podem afetar processos de atenção, motivação e planejamento, relacionando-se indiretamente com a doença”, ele complementa.

 

Sintomas do TDAH em adultos

 

Dos 4% dos adultos hoje com TDAH, pelo menos 80% deles tem seu início na infância. Embora seja muito comum reparar nos sintomas quando são crianças, existem sintomas que caminham lado a lado conforme a pessoa se torna adulta.

Muitas, então, cresceram com os problemas e com as dificuldades do TDAH, transformando-se em sintomas mais sutis do que no caso de crianças.

Os sintomas mais comuns em adultos podem ser apontados como:

  • Falta de organização: adultos com TDAH possuem muitos problemas relacionados a organização, pelo simples fato do aumento de responsabilidades que a idade traz (trabalho, filhos, pagamentos, entre outros). A falta de organização afeta profundamente a qualidade de vida da pessoa.
  • Dirigir carro de forma distraída: adultos com TDAH possuem muita dificuldade em manter a atenção em tarefas. Nesse caso, dirigir sem a atenção devida poderá acarretar acidentes de trânsito.
  • Falta de concentração: associada ao item anterior, em ambientes organizacionais isso pode prejudicar sua carreira e sua própria competitividade dentro de empresas (baixa performance e produtividade). É fácil perceber em adultos com TDAH a facilidade com que se distraem com o toque do telefone, ruídos diversos, entre outros. Esse sintoma mostra que uma pessoa com TDAH começa tarefas mas nunca as terminam.
  • Brigas e problemas conjugais: o TDAH atrapalha profundamente a vida a dois. Exemplos nesse caso são a falta de pontualidade, de honrar compromissos e a falta de atender pedidos do parceiro.
  • Atrasos: adultos com TDAH atrasam-se frequentemente para qualquer compromisso.
  • Falta de controle de emoções: aqui entram acessos de raiva e gritos, sendo chamados de explosivos, tensos ou nervosos. O estresse é um sinal alarmante do TDAH.

 

Como enfrentar o TDAH?

 

De acordo com o Dr. Marcelo Maroni, “o TDAH pode ser um importante problema no adulto. O tratamento do TDAH no adulto deve ser realizado após correto diagnóstico”.

Por isso, o Dr. Marcelo Maroni afirma que com o diagnóstico apropriado, o adulto com TDAH deve iniciar um tratamento medicamentoso, além de ter sempre o acompanhamento do médico especializado.

Muitos adultos também optam pela psicoterapia como um complemento do tratamento medicamentoso, pelo fato de serem necessárias algumas mudanças e reestruturação a nível profissional ou doméstico. Mas vale lembrar que o único meio comprovado cientificamente para o TDAH é a medicação.

O Dr. Marcelo Maroni ainda argumenta que “é importante que seja avaliada criteriosamente a utilização de medicamentos em função dos efeitos colaterais que os mesmos possuem. Mais de 80% dos portadores de TDAH beneficiam-se com o uso de medicamentos (…)”

O tratamento com remédios é o método mais eficaz com o TDAH, mas com o auxílio profissional, o paciente pode também apostar em hábitos de vida saudáveis para que traga mais benefício no dia a dia.

Pelas dificuldades que o TDAH traz na vida do adulto, é essencial que se siga corretamente todas as orientações dadas pelo médico capacitado, e o comprometimento em evitar que a doença piore e afete imediatamente a pessoa e seus relacionamentos mais próximos.

 

 

Dicas para reduzir a ansiedade

13 de agosto de 2015 at 1:28

Dicas para reduzir a ansiedade

 

De acordo com o Instituto de Psiquiatria do Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), aproximadamente 12% da população brasileira sofre de ansiedade.

Embora a ansiedade permaneça em um grau normal no indivíduo, há pessoas que sofrem com transtornos graves, que podem afetar permanentemente seu organismo e sua saúde mental.

Existem tratamentos eficazes contra a ansiedade? Quais dicas podem ser fornecidas para quem sofre com esse mal?

 

Causas da ansiedade e como diagnosticá-la?

 

As causas da ansiedade se dão por ordem biológica ou comportamental. Quem avalia e faz o diagnóstico é um médico capacitado e especializado.

Segundo o Dr. Marcelo Maroni Saraiva, a causa da ansiedade “é multifatorial, ou seja, estresse, traumas de vida, experiências traumáticas pregressas ou atuais, forma como as pessoas foram criadas pelos seus pais e até mesmo doenças orgânicas como hipertensão e hipertireoidismo, por exemplo, pode levar o indivíduo a sofrer de ansiedade.”

Transtorno-Da-Ansiedade-Social

A ciência estudou a relação entre a noradrenalina e a ansiedade, apontando que as pessoas que possuem uma produção não regulada desse hormônio neurotransmissor, tem muito mais propensão a ter as sensações e sintomas da ansiedade e medo.

Com sintomas físicos aparentes, o Dr. Marcelo Maroni aponta exemplos comoa “falta de ar, palpitações, desconforto torácico, sensação iminente de morte.”

É muito normal estar nervoso perante uma grande plateia ou antes de uma entrevista de emprego, porém, o transtorno pode se tornar algo mais grave se fizer parte da rotina diária – principalmente sem qualquer motivo ou razão específico.

Todas as áreas na vida são afetadas pela ansiedade e pelo grau em que se apresenta. Para isso, existe tratamento, que, segundo Dr. Marcelo Maroni “envolve desde a medicação, hipnose e terapia, principalmente a Terapia Cognitiva Comportamental.”

Se o caso for de uso de medicamento, o médico deverá fazer o acompanhamento. A medicação é só adquirida por prescrição.

Um médico psiquiatra ou psicólogo pode abordar a psicoterapia – sendo a atividade de hipnose muito usada.

Alguns pacientes – com graus mais elevados de ansiedade – fazem o tratamento com a combinação medicação e psicoterapia.

É claro que, além disso, existem dicas interessantes que podem auxiliar em diminuir a ansiedade. Vamos conhece-las!

 

Alimentação

 

Relacionado a alimentação, pacientes com ansiedade devem estar cientes que o nível de açúcar no sangue deve estar estável, ou seja, é necessário que sejam feitas refeições pequenas ao longo do dia – além das principais (café da manhã, almoço e jantar).

Plano-de-três-pontos-ajuda-a-adotar-uma-alimentação-saudável

Assim como existem alimentos que ajudam a aumentar a ansiedade, entre eles: cafeína e álcool, além dos doces e refrigerantes, existem alimentos que ajudam a diminui-la, os quais são:

  • Frutas cítricas: apoiam a redução da pressão arterial e o mais importante para pessoas ansiosas: regulam os níveis de cortisol – hormônio que transmite o estresse para o corpo inteiro;
  • Chocolate: possui riqueza em flavonoides (espécie de antioxidante) que auxilia na produção de serotonina – neurotransmissor que trabalha na sensação de bem-estar e humor;
  • Espinafre: possui ácido fólico, que é um antidepressivo natural;
  • Banana: com alto teor de triptofano, a banana ajuda na produção de serotonina;
  • Carnes e peixes: também possuem triptofano, vitamina B3 e magnésio;
  • Carboidratos: os complexos são os mais indicados, pois contêm serotonina. No caso, são os cereais integrais;
  • Leite e ovos, além de derivados magros: fonte excelente de triptofano;

 

Hábitos de vida saudáveis

 

Conjuntamente com a alimentação, uma pessoa com ansiedade deve procurar tornar sua qualidade de vida cada vez melhor.

safe_image

Nesse ponto, entra-se na prática de exercícios físicos. É fato que realizar uma atividade física diariamente traz inúmeros benefícios para a saúde, tanto físicos como mentais. Estudos comprovam sua eficácia contra a ansiedade.

O exercício físico vai elevar a produção de serotonina no cérebro. Embora nem todos gostem de praticar exercícios, uma leve caminhada de apenas 30 minutos já pode ser o suficiente para amparar o transtorno.

Alguns consideram a caminhada uma excelente aliada contra a ansiedade pois ela mantém a pessoa concentrada – ou seja, a mente pode ser trabalhada através da meditação ativa. Enquanto pratica o exercício, a mente funciona e pensa, e todos os pensamentos negativos e ruins se esvaem.

Outras ideias para reduzir a ansiedade abordam as terapias alternativas: a meditação, ioga, homeopatia e o uso de florais de Bach.

A meditação e a ioga oferecem a pessoa um controle corporal e mental através de técnicas que trabalham a respiração. Além do equilíbrio emocional, as atividades aumentam a flexibilidade, fortalecem os músculos e fornecem maior controle sobre si mesmo.

 

A questão é que algumas pessoas ainda estarão propensas a sofrerem de depressão e mesmo com as terapias e alternativas existentes, a ajuda médica ainda será necessária. Por isso, se for o seu caso, não se automedique ou ignore a necessidade de seu corpo e mente precisarem de apoio profissional.

A ansiedade é um mal sério e deve ser tratado do melhor jeito possível para cada tipo de pessoa.

 

 

Hipnose explicação, história tratamento

13 de agosto de 2015 at 1:23

A Hipnose no tratamento médico psiquiátrico tem se mostrado muito eficiente, para ilustrar melhor a técnica convidamos você para ver o histórico da hipnose e seus benefícios, publicado por uma importante revista

 

http://veja.abril.com.br/complemento/ciencia/hipnose-dos-picadeiros-aos-consultorios/index.shtml?utm_source=home&utm_medium=noticiario&utm_campaign=nativead-hbo 

 

Sintomas do TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)

7 de agosto de 2015 at 5:29

Sintomas do TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)

 

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma doença reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e por vários países – sendo que alguns possuem até leis de proteção e assistência para portadores. É um transtorno neurobiológico que acomete a pessoa desde a infância e continua pela vida adulta, na maioria dos casos.

tdah-adultos

Com pesquisas ao redor do mundo, o TDAH surge em 3 a 5% de crianças e na vida adulta a percentagem permanece em 4%. Abordaremos o assunto voltado ao público adulto.

tdah-adulto

Existem tipos e graus de TDAH? Quais são as causas e sintomas do TDAH? Qual é o tratamento?

 

Tipose graus do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

 

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria (DSM IV), existem 3 tipos de TDAH. Sendo eles:

  • TDAH com predomínio de sintomas de hiperatividade ou impulsividade;
  • TDAH com predomínio de sintomas de desatenção; e
  • TDAH com combinação dos dois tipos acima.

Conforme aponta o Dr. Marcelo Maroni Saraiva, “segundo a OMS e a Associação Psiquiátrica Americana o TDAH é um transtorno psiquiátrico que tem como características básicas a desatenção, a agitação (hiperatividade) e a impulsividade, podendo levar a dificuldades emocionais, de relacionamento, bem como a baixo desempenho escolar e outros problemas de saúde.”

homem tdah

Ainda, há três graus de comprometimento distintos de TDAH:

  • Leve: só existem os sintomas que conseguem provar a doença, sendo eles poucos. Aqui, o TDAH pouco atrapalha no funcionamento rotineiro de estudos, trabalho e pessoal;
  • Moderado: é o meio termo entre o leve e o grave;
  • Grave: há a existência de vários sintomas e que podem afetar e prejudicar acentuadamente a convivência profissional e social.

 

Causas do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

 

O TDAH é alvo de estudos mundialmente, porém há controvérsias e questionamentos em relação às causas do transtorno. Cientificamente falando, não há ainda uma causa comprovada.

Há uma discussão abordando o lado genético (incluindo anormalidades no cérebro) e o lado ambiental. O Dr. Marcelo Maroni comenta que “os principais fatores identificados como causa são umas suscetibilidades genéticas em interação direta com fatores ambientais.”

 

Sintomas do TDAH

 

Um diagnóstico de TDAH, antes de tudo, é feito através da permanência de um padrão dos sintomas que serão listados abaixo. Pessoas adultas apresentam de forma menos evidente os sintomas, mas ainda assim atrapalham e prejudicam o convívio diário.

Pelo tipo de TDAH, é possível apontar que os sintomas para aqueles que predominam a desatenção são:

  • Dificuldade de concentração;
  • Dificuldade em seguir instruções – começam várias coisas ao mesmo tempo, sem terminar nenhuma;
  • Dificuldade em organização;
  • Facilmente distraídas e esquecidas;
  • Dificuldade em prestar atenção aos detalhes;

Na vida profissional, o descuido e a desatenção atrapalham a atuação e o plano de carreira.

Já relacionado ao predomínio da hiperatividade, é possível determinar que os sintomas são:

  • Inquietude;
  • Agitação;
  • Impaciência;
  • Falam muito;
  • Agem com precipitação;
  • Dificuldade em esperar a vez de falar em assuntos e conversas;

:Alguns outros sinais bastante comuns em adultos estão relacionados aos atrasos frequentes. Nesse caso, um adulto com TDAH não consegue cumprir horários e muito menos compromissos. No lado profissional, a pessoa pode adiar tarefas, principalmente aquelas que ela própria julgue que não sejam interessantes ou desagradáveis.

A dificuldade nos relacionamentos pode ser um sinal de TDAH também, pelas mudanças de comportamento que um adulto com a doença apresentará.

Conjuntamente, há a dificuldade em se expressar e o próprio estresse ou depressão, que muitas vezes são associados aos problemas do cotidiano.

Muitos adultos com TDAH possuem problemas em dirigir, pois eles se distraem com mais facilidade e não concentram-se na simples atividade da direção.

A repetição de palavras ou gestos é um sinal bem comum nos adultos com TDAH, o que está diretamente conectado com a dificuldade de se expressar. Quem não conhece a doença pode simplesmente achar que a pessoa está nervosa e insegura perante outras.

 

Um tratamento apropriado para um adulto com o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade deve ser prescrito e orientado por um médico capacitado. Alguns remédios dados para crianças com a síndrome podem ser receitados para adultos.

O tratamento também pode ser acompanhado por um psicoterapeuta, já que, em certos casos, serão necessárias mudanças e reestruturação na vida doméstica ou no trabalho. O profissional dará as recomendações corretas para cada paciente, a fim de amenizar as dificuldades que a doença traz para si mesmo e para as pessoas ao redor.

Quais são os sintomas da ansiedade?

30 de julho de 2015 at 3:10

 

Quais são os sintomas da ansiedade?

psiquiatra em curitiba 

A ansiedade decorre de uma excitação excessiva do Sistema Nervoso Central, sendo uma reação natural do organismo a uma sensação de perigo, que pode ser real ou não, próxima ou não, que instintivamente aponta que algo não está bem. É um alarme emitido de nosso corpo para tal propósito.

A ansiedade por si só não é algo que seja totalmente prejudicial, mas pode tornar-se patológico, e aqui podem começar as consequências.

Quais são as causas e os sintomas da ansiedade? Quando ela pode se tornar algo perigoso para a saúde? Existem graus de ansiedade?

 leia mais

Estresse e seus sintomas físicos

25 de julho de 2015 at 4:59

Estresse e seus sintomas físicos

 

Conhecido como um dos males do século, o estresse teve alterações significativas em relação ao mundo moderno como é hoje.

O estresse é uma palavra utilizada para designar alguma situação de tensão ou preocupação que ocorre em partes do dia, ou logo depois de você chegar em casa cansado do trabalho.

Muitas pessoas empregam a palavra estresse de forma errônea, pois muitas a veem apenas como o “pedaço” de tempo em que estavam mais cansadas que o normal, onde as únicas coisas necessárias para se sentirem bem é um bom banho quente e descanso.

LEIA MAIS

Relato de um adulto com TDAH

5 de julho de 2015 at 5:13

Esse texto foi enviado por um paciente que me cedeu gentilmente suas impressões sobre o seu diagnóstico de TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

Leia o texto com atenção.

 

Desde criança sempre fui muito ativo, muito esperto e muito criativo, adorava tudo o que se relacionada com arte, história, geografia, planetas, etc. Embora fosse muito habilidoso e inteligente, nunca conseguia desempenhar as atividades como os outros colegas, sempre tinha que me esforçar muito mais para chegar no mesmo patamar e para ser melhor, tinha que me esforçar 3 vezes acima do normal.

Como tive uma educação competitiva eu me frustrava muito, pois fazia grandes esforços para ficar sempre abaixo da média, ou na média!

O TDAH se manifestou mais na minha vida adulta, sobretudo em meu trabalho.

Sempre tive muita dificuldade com organização, prazos e controle do tempo, não sabia mensurar o tempo que uma atividade demoraria e em quanto tempo deveria entregar, por isso sempre estava com minhas tarefas atrasadas. Meu primeiro emprego foi um estágio na Área administrativa e a primeira função: ORGANIZAR FICHAS DE PRESTADORES DE SERVIÇO.

Essa simples tarefa me tomou meses, eu simplesmente não conseguia organizar aquilo, levava parte do trabalho para casa, para tentar entender como deveria organizar tudo, ficava horas dentro do arquivo e não conseguir produzir nada, cada ficha que tirava me interessava, começa a ler os dados, e esquecia a ordem, iniciava tudo de novo.

Felizmente um gerente viu meu potencial de criatividade e negociação, me levou para outro setor, onde o contato com pessoas era maior e eu precisava somente negociar, não precisava exercer tarefas repetidas, aliás, tarefas repetidas me davam dor de cabeça, enorme irritação e nunca conseguia terminar.

Outro emprego que tive foi de Supervisor de Atendimento de uma clinica, nessa função quase perdi meu emprego já no inicio, imagine uma pessoa com TDAH ter que organizar agendas de consultório e exames. Foram meses até conseguir entender como funcionava tudo, consegui fazer alguns progressos, mas o estresse era enorme, dormia mal, o trabalho era pesado e dificil, todo dia era uma batalha para tentar me organizar!

Na vida pessoal tinha vários problemas, vivia esquecendo algo, perdendo coisas e me perdendo também, pegando ônibus errado, indo para o bairro errado, indo para a direção errada, isso sempre gerava atrasos nos meus compromissos.

Aos 26 anos eu era como na escola, embora muito criativo e inteligente não tinha nenhum sucesso na minha vida profissional.

Num belo dia realizando um trabalho sobre psiquiatria, me deparei com o tema TDAH que até então eu não conhecia, li vários artigos, vídeos e etc. No final do dia estava chocado! eu tinha TDAH pela primeira vez na vida me identifiquei, entendi porque eu tinha tanta dificuldade para me organizar e porque minha vida era tão dificil!

O tratamento

Fui consultar com o Dr. Marcelo Maroni e após alguns testes ele fez o diagnóstico do TDAH e iniciamos a medicação!

Á partir deste dia minha vida nunca mais foi a mesma, depois de alguns dias tomando a medicação, notei que era outra pessoa.

Numa tarde de sábado eu marquei uma lista de 7 tarefas que tinha que realizar, e eu nunca conclui na vida um check list, sempre pulava as tarefas. Mas naquele sábado não, eu fiz tudo o que me programei, e ao final do dia, quando olhei para a mesa, tudo estava organizado, cada coisa em seu lugar, eu automaticamente organizei minha mesa, e ela estava realmente organizada (risos), sim eu costumeiramente tentava organizar minha mesa, mas no final, ela ainda estava bagunçada.

Passados 6 anos que tomo a medicação minha vida mudou completamente, me encontrei em minha profissão e hoje me destaco pelo o que faço, da forma que faço e por minha agilidade em cumprir metas, prazos e entregar projetos!

Quando iniciei o tratamento só conseguia empregos de assistente ou auxiliar passados 12 meses do tratamento, já era Gerente!

O grande benefício do TDAH pra mim, foi que eu sempre tive que me esforçar 3 vezes mais, com a medicação eu passei a ser 3 vezes mais eficiente que a média e por isso consigo produzir 3 vezes mais do que outros profissionais da minha área.

Posso dizer que a medicação para o TDAH mudou minha vida, mudou minha história e hoje devo muito a esse diagnóstico e ao tratamento que faço.

Por isso pedi para o Dr. Marcelo publicar esse breve texto, contando a minha experiência para que outras pessoas se sintam encorajadas e seguir o tratamento.

 

7 Sinais que podem identificar TDAH em adultos

29 de abril de 2015 at 3:55

Você é uma pessoa conhecida por chegar atrasada em compromissos? Tem problemas de organização? Sofre dificuldades de relacionamentos com outras pessoas? Se você respondeu sim para essas três perguntas, talvez sofra do Transtorno de Déficit de Atenção, conhecido como TDAH.

 

Mais associado a crianças, esse transtorno pode causar problemas de autoestima em todas as idades. Segundo especialistas, é uma condição grave que se caracteriza por um padrão crônico de hiperatividade, falta de atenção e impulsividade – que podem afetar significativamente a qualidade de vida.

Para te ajudar a reconhecer os sintomas do TDAH e esclarecer dúvidas sobre as formas de tratamento, o site Minha Vida, parceiro do Catraca Livre, consultou a psicoterapeuta Evelyn Vinacur. Membro da Associação Brasileira de Déficit de Atenção, ela detalha sete sintomas relacionados diretamente ao diagnóstico.

Veja alguns deles a seguir:

Atrasos frequentes

funcionario-atrasado-trabalho

Ao contrário do que acontece com as crianças, que normalmente têm os pais para organizar suas tarefas, os adultos portadores de TDAH apresentam dificuldade freqüente de cumprir horários e compromissos. No trabalho, essas pessoas tendem a adiar tarefas que julgam desinteressantes ou desagradáveis. “Isso é um problema bastante sério, porque atrapalha a produtividade profissional e pode prejudicar o andamento da equipe inteira”, afirma a psicoterapeuta Evelyn Vinocur.

 

Falta de organização

artigo_5-2-400x273

Geralmente, portadores de TDAH custam a se organizar ou terminar uma tarefa antes de começar outra, transformando a rotina em uma bagunça. Esse quadro dá impressão de que sempre falta tempo para realizar as tarefas necessárias. “Um portador de TDAH tem muita dificuldade de estabelecer prioridades e faz, na maioria das vezes, apenas aquilo que é do seu interesse. Tarefas rotineiras, ainda que importantes, sempre ficam para depois”, diz Evelyn Vinocur.

 

Dificuldade de manter relacionamentos

dificuldade-relacionamento

As mudanças de comportamento e a dificuldade de seguir regras prejudicam o convívio de adultos com TDAH com outras pessoas. “Eles são normalmente mais mandões e não conseguem cumprir acordos, o que dificulta relacionamentos longos”, diz Evelyn Vinocur. De acordo com a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, aproximadamente 25% dos adultos com TDAH podem ter sérios problemas de conduta antissocial. “O convívio com outras pessoas é bastante desgastante para esses pacientes, que costumam se sentir isolados e solitários, abrindo espaço para a depressão”, afirma a psicoterapeuta.

 

Depressão e estresse

file_2834

Os pais normalmente reparam em alterações de humor nos filhos, facilitando o diagnóstico precoce de TDAH. Mas, nos adultos, o estresse e depressão são mais associados à rotina muito agitada e, raramente, levam as pessoas a um médico que pode fazer o diagnóstico de déficit de atenção.

 

“Ter dificuldades para se concentrar em tarefas importantes gera bastante estresse e ansiedade. Esses sintomas passam a se manifestar fisicamente, provocando dores de cabeças e nos músculos das costas”, diz a psicóloga Adriana Araújo, autora do livro Treinamento Prático de Memorização (Editora Universo dos Livros, 160 páginas).

 

Dificuldade para se expressar

 

Em situações sociais, principalmente entre pessoas estranhas ou de relacionamento distante, portadores de TDAH sentem um imenso desconforto, com medo de ouvirem perguntas e não saberem como respondê-las. “A dificuldade em se concentrar no que está sendo dito faz com que o paciente vítima de déficit de atenção tenha medo de acompanhar e participar da conversa”, diz a psicóloga Adriana Araújo. Esses adultos muitas vezes mostram uma tendência a interromper os outros, deixam escapar comentários inadequados e falam muito alto, tentando compensar a sua dificuldade de expressão.

 

 

Repetir palavras com frequência

 

Portadores de déficit de atenção também repetem palavras, frases ou mesmo gestos com maior frequência. Segundo Evelyn Vanicur, isso pode se manifestar tanto na fala quanto na escrita. “Esse problema contribui para a dificuldade de se expressar, já que repetir muitas palavras pode parecer nervosismo e insegurança para outras pessoas”, explica.

 

Problemas ao dirigir

 

Assim como as crianças, os adultos com TDAH têm dificuldades de realizar tarefas que exijam concentração, como dirigir. Eles tendem a olhar mais para o rádio, celular ou para as pessoas do banco de trás. “Uma pessoa com transtorno de déficit de atenção não precisa parar de dirigir, mas deve procurar um psiquiatra se as distrações começarem a ficar mais frequentes”, alerta Adriana Araújo.